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21 de fevereiro de 2014

Festival Internacional de Cinema Feminino inscreve até 8 de março

Décima primeira edição do Femina vai premiar filmes produzidos a partir de junho de 2012. Intenção é divulgar filmes dirigidos por mulheres
 

festivalfemina

Seguem abertas, até 8 de março, as inscrições para o 11º Femina – Festival Internacional de Cinema Feminino. A iniciativa tem apoio da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR) e será realizado de 2 a 8 de junho de 2014, no Rio de Janeiro. Serão exibidos trabalhos de realizadoras brasileiras e o objetivo é aumentar a visibilidade, abrir espaço para o cinema feminino brasileiro no exterior e também trazer a produção estrangeira para o Brasil.
 
Não há taxa de inscrição e podem ser inscritos filmes produzidos a partir de junho de 2012. A submissão dos trabalhos deve ser feita no site do eventowww.feminafest.com.br, com fornecimento do weblink da obra ou pelo envio de uma cópia em DVD pelos Correios.
 
O júri será composto por profissionais reconhecidos que escolherão os vencedores nas categorias específicas e a lista dos trabalhos selecionados será divulgada até 06 de abril de 2014. 
 
Categorias - Os filmes selecionados poderão ser agraciados nas seguintes categorias: Grande Prêmio Femina – Festival Internacional de Cinema Feminino da Competição Internacional; Prêmio Especial do Júri da Competição Internacional; Melhor Direção Internacional; Prêmio para Melhor Destaque Feminino Internacional; Grande Prêmio Femina – Festival Internacional de Cinema Feminino da Competição Nacional; Prêmio Especial do Júri da Competição Nacional; Melhor Direção Nacional; e Prêmio para Melhor Destaque Feminino Nacional. É possível que alguns trabalhos sejam agraciados, ainda, pelos parceiros do Festival, como a aquisição para exibição em canal de TV a cabo. 
 
O Femina é um festival competitivo para filmes e vídeos dirigidos por mulheres. É o primeiro evento deste gênero no Brasil e na América Latina. A primeira edição internacional ocorreu em 2004.

12 de fevereiro de 2014

Projetos voltados para a Igualdade - SPM




Obter apoio na implementação de políticas para as mulheres, com alcance nacional e aumento na escala de público beneficiado. A Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR) recebe, até sábado (15/02), propostas de projetos voltados à igualdade e aos direitos das mulheres. Os projetos devem estar vinculados ao Programa 2016 – Políticas para as Mulheres: Promoção da Autonomia e Enfrentamento à Violência, na ação 210A – Promoção de Políticas de Igualdade e de Direitos das Mulheres. Confira: http://goo.gl/spqjxP

11 de fevereiro de 2014

Prêmio Lélia Gonzalez inscreve projetos para mulheres negras até 14/02




Destinado exclusivamente às organizações não governamentais (ONGs) e às redes de mulheres negras que atuam contra o racismo e os estigmas sexistas, o Prêmio Lélia Gonzalez – Protagonismo de Organizações de Mulheres Negras vai distribuir R$ 2 milhões entre as vencedoras. O prazo para a inscrição de projetos que atendem a esses e outros requisitos termina em 14 de fevereiro. Saiba mais: http://goo.gl/aoKqhe

SPM Nacional recebe, até 10/3, propostas de projetos para enfrentamento à violência contra as mulheres


edital SPM Nacional
Seleção visa investir em serviços especializados, em ações educativas e preventivas e na produção de estudos e formação de pessoas - Foto: Divulgação
Órgãos públicos e instituições privadas sem fins lucrativos podem participar de seleção que visa investir em serviços especializados, em ações educativas e preventivas e na produção de estudos e formação de pessoas

Com estes três eixos, o edital nº 01/2014 da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR) segue aberto no período de 27 de janeiro a 10 de março. Poderão ser inscritas propostas da administração pública federal, estadual, municipal e do Distrito Federal, direta ou indireta, e instituições privadas sem fins lucrativos.
Os proponentes deverão ter cadastro no Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse – SICONV. O objetivo é selecionar propostas que auxiliem o desempenho da missão da SPM, tendo como referências o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres (PNPM 2013-2015), a Política Nacional e o Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. Terão prioridade na seleção propostas que tenham relação direta com as metas estabelecidas no PNPM 2013-2015 e no PPA 2012-2015. Os proponentes que apresentaram propostas pelo edital de chamada pública nº 03/2013 da SPM e as tiveram aprovadas, mas não conveniadas, deverão inserir novamente os projetos no SICONV para nova análise. Sobre ampliação e fortalecimento de serviços especializados, será dada prioridade para a construção de centros especializados, aluguel de casa-abrigo e manutenção de unidades móveis para atendimento de mulheres em situação de violência no campo e na floresta. Os convênios serão celebrados de acordo com a disponibilidade orçamentária e financeira anual da SPM, com vigência de 12 e 24 meses.  

Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres – SPM
Presidência da República – PR

10 de fevereiro de 2014

Filiação de mulheres a partidos políticos supera a de homens no último ano

Site da SPM

As mulheres estão vencendo batalhas na busca pela igualdade na representação política. Em 12 meses, contados desde outubro de 2012, a filiação feminina a partidos políticos representa 64% das 136 mil pessoas que ingressaram nas mais de 30 legendas no período. Mesmo com esse avanço, apenas nas eleições de 2012 foi alcançada a meta de 30% de candidaturas femininas prevista na Lei Eleitoral.
Desde 2009, quando ocorreu a mudança na legislação e foi estabelecido o aumento do percentual mínimo de candidaturas do sexo feminino por partido, várias medidas foram criadas para incentivar a participação das brasileiras na vida política e partidária do país. Representantes das agremiações partidárias, por exemplo, se reúnem desde o ano de mudança da lei no Fórum Nacional de Instâncias de Mulheres de Partidos Políticos para discutir a questão de gênero.
Na última reunião, ocorrida em 30 de janeiro, na Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), as representantes de 17 partidos políticos definiram estratégias com o objetivo de aumentar o número de parlamentares na eleição de 2014. O encontro foi aberto pela ministra das Mulheres, Eleonora Menicucci.
Temas comuns – Independente da questão ideológica ou partidária, as mulheres presentes no encontro decidiram apoiar temas comuns relacionados à política de gênero. Consideram iniciativas sobre creches, educação em tempo integral, na área de saúde e mobilidade urbana, entre outras questões caras às mulheres. São ações que contribuem para que as mães possam conquistar espaço no mercado de trabalho e na política. Theresa De Lamare, do PPL, destacou a importância da unidade do sexo feminino liderada pela SPM, que apoia o Fórum.
Relatos de praticamente todas as participantes mostraram que os partidos estão investindo na formação política das mulheres. “O PP realizou campanha de filiação do sexo feminino e cursos de capacitação em vários estados”, revelou Marli Dornelas. Segundo Fabiana Gadelha, o PDT aumentou o número de filiados em 15%. “No PSDB fizemos dez cursos de formação em regionais em 2013”, pontuou Solange Jurema. O partido também registrou um crescimento de cerca de 50% em filiações.
A baixa ocupação de cargos de poder pelas mulheres foi ilustrada pela representante do PT, Laisy Moriere. “Não tem uma central sindical ou partido presidido por mulher”, alertou. Moriere explicou que, com a pouca representação no Congresso Nacional, a mulher fica, consequentemente, sub-representada na sociedade. Ela acrescentou que o grande problema da mulher é o financiamento da campanha e que o PT investiu em curso de formação em todos os estados.
A ideia das participantes do Fórum é trabalhar pela eleição de candidatas que tenham conhecimento político e comprometimento com as questões de gênero. Outra preocupação das representantes partidárias é afastar as candidatas “laranjas”, aquelas usadas apenas para cumprir a cota partidária de 30%, mas sem a menor intenção de investir na campanha ou atuar na política.
Desafios – A missão para eleger mais mulheres requer uma participação intensa junto aos partidos e de convencimento das novas filiadas a se candidatarem. Embora o número de filiações do sexo feminino, nos dois últimos anos, tenha pela primeira vez ultrapassado o do sexo masculino, segundo dados da Procuradoria Especial da Mulher do Senado e da Justiça Eleitoral, os homens ainda dominam a política. Do total de 15,1 milhões vinculados a alguma legenda, 8,4 milhões são homens e 6,7 milhões são mulheres.
A tarefa agora é fazer com que esse aumento de filiações se traduza em candidatas eleitas tanto para as assembleias nos estados quanto para o Congresso Nacional. Enquanto a representação feminina chega a 9% na Câmara dos Deputados e a 10% no Senado Federal o percentual de eleitoras supera 51%.
Próximos passos – A secretária de Articulação Institucional e Ações Temáticas da SPM, Vera Soares, que coordenou a reunião, disse que todos os partidos políticos foram convidados para o Fórum, que se reúne pelo menos duas vezes por ano. Os próximos passos são uma reunião com as bancadas femininas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal ainda neste mês de fevereiro, além de ações também em março.