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11 de maio de 2015

SecMulher-PE parabeniza Justiça por condenação da banda New Hit

Resultado de imagem para banda New Hit 

A Secretaria da Mulher de Pernambuco parabeniza a justiça e  a juíza Márcia Simões Costa, da Vara Crime do município de Ruy Barbosa, na microrregião de Itaberaba, Bahia,  pela decisão de condenar os integrantes da banda New Hit,  na quarta-feira (6), a 11 anos e 8 meses de prisão, em regime fechado, pelo crime de formação de quadrilha e estupro das adolescentes Vitória Luíza de Souza Barbosa e Vanessa de Souza Baltazar, ambas de 16 anos, em 26 de agosto de 2012. 

“Essa é mais uma vitória para o enfrentamento da violência contra as mulheres”, destacou a secretária da Mulher do Estado, Silvia Cordeiro.

É preciso ter claro que só o trabalho contínuo de enfrentamento da violência contra as mulheres pode 
erradicar a violência contra a mulher e mudar a cultura  machista e  patriarcal preponderante nos dias atuais.

Links de acesso da matéria publicada nos sites: www.bahianoticias.com.br e g1.globo.com


18 de fevereiro de 2014

NOTA DE REPÚDIO

O Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria da Mulher, órgão da administração estadual com a missão de promover e garantir os direitos das mulheres, juntamente com os 151 Organismos Municipais de Políticas para as Mulheres de Pernambuco vêm em público repudiar veementemente o assassinato brutal da professora Sandra Lúcia Fernandes, e seu filho, Icauã Rodrigues, na noite do domingo, 16.02.

A Secretaria da Mulher de Pernambuco e os Organismos Municipais de Políticas para as Mulheres reafirmam que qualquer ato de violência, doméstica, sexista, moral, patrimonial, sexual e psicológica,  deve ser rigorosamente investigado e punido. A principal ferramenta para inibir esses crimes é a denúncia, possibilitando que o poder público tome as devidas providências.

Enfatizamos que  todos os crimes de feminicídio devem ser apurados com rigor e os agressores responsabilizados, e manifestamos a nossa indignação com esta barbárie, que representa a face mais cruel das desigualdades entre homens e mulheres, fruto de uma cultura machista e patriarcal. 

Aos familiares, a SecMulher/PE e os Organismos Municipais de Políticas para as Mulheres apresentam as condolências e prestam solidariedade neste momento de dor e de difícil superação.


ASSINAM

SECRETARIA DA MULHER DE PERNAMBUCO e os Organismos Municipais de Políticas para as Mulheres de Pernambuco


STJ admite aplicação preventiva da Lei Maria da Penha em ação cível

Pela primeira vez, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) admitiu a aplicação de medidas protetivas da Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06) em ação cível, sem existência de inquérito policial ou processo penal contra o suposto agressor. A decisão é da Quarta Turma.

Para o relator do caso, ministro Luis Felipe Salomão, a agregação de caráter cível às medidas protetivas à mulher previstas na Lei Maria da Penha amplia consideravelmente a proteção das vítimas de violência doméstica, uma vez que essas medidas assumem eficácia preventiva.


Foto: STJ admite aplicação preventiva da Lei Maria da Penha em ação cível. Saiba mais sobre o caso: http://bit.ly/1ntAgoG #LeiMariadaPenha

“Parece claro que o intento de prevenção da violência doméstica contra a mulher pode ser perseguido com medidas judiciais de natureza não criminal, mesmo porque a resposta penal estatal só é desencadeada depois que, concretamente, o ilícito penal é cometido, muitas vezes com consequências irreversíveis, como no caso de homicídio ou de lesões corporais graves ou gravíssimas”, ponderou Salomão.

Ainda segundo o ministro, “franquear a via das ações de natureza cível, com aplicação de medidas protetivas da Lei Maria da Penha, pode evitar um mal maior, sem necessidade de posterior intervenção penal nas relações intrafamiliares”.

O caso

A ação protetiva dos direitos da mulher foi ajuizada por uma senhora contra um de seus seis filhos. Segundo o processo, após doações de bens feitas em 2008 por ela e o marido aos filhos, um deles passou a tratar os pais de forma violenta, com xingamentos, ofensas e até ameaças de morte. O marido faleceu.

Com a ação, a mulher pediu a aplicação de medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha. Queria que o filho fosse impedido de se aproximar dela e dos irmãos no limite mínimo de cem metros de distância, e de manter contato com eles por qualquer meio de comunicação até a audiência. Queria ainda a suspensão da posse ou restrição de porte de armas.

Em primeira instância, o processo foi extinto sem julgamento de mérito. O juiz considerou que as medidas protetivas da Lei Maria da Penha têm natureza processual penal e são vinculadas a um processo criminal. Não há ação penal no caso. O Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) reformou a sentença e aplicou as medidas protetivas, por entender que elas têm caráter civil. O filho apontado como agressor recorreu ao STJ contra essa decisão.

Natureza cível

Segundo o ministro Luis Felipe Salomão, a Lei Maria da Penha permite a incidência do artigo 461, parágrafo 5º, do Código de Processo Civil (CPC) para concretização das medidas nela previstas. Ele entendeu que, de forma recíproca e observados os requisitos específicos, é possível a aplicação da Lei 11.340 no âmbito do processo civil.

Seguindo o voto do relator, a Turma decidiu, por unanimidade de votos, que as medidas protetivas da Lei Maria da Penha, observados os requisitos para concessão de cada uma, podem ser pedidas de forma autônoma para fins de cessação ou de acautelamento de violência doméstica contra a mulher, independentemente da existência, presente ou potencial, de processo-crime ou ação principal contra o suposto agressor. Nessa hipótese, as medidas de urgência terão natureza de cautelar cível satisfativa.

O número deste processo não é divulgado em razão de segredo judicial.

14 de fevereiro de 2014

Campanha “Violência contra a Mulher é Jogo sujo” estará amanhã (15) em Chão de Estrelas


Amanhã, sábado (15), a Secretaria da Mulher de Pernambuco realiza uma ação da campanha “Violência Contra a Mulher é Jogo Sujo” na comunidade de Chão de Estrelas, localizada no Recife. A atividade faz parte da parceria com a Secretaria de Articulação Social e Regional – Seart, através do Programa Governo Presente.

Técnicos de quatorze Secretarias estaduais, que atuam nos TEC’s - Território Especiais da Cidadania, estarão na Escola São Judas Tadeu, na Rua Marcílio Dias, 591, na comunidade onde serão ofertados serviços de emissão de documentos, orientações e encaminhamentos, difusão de ações e acesso aos direitos e a cidadania. A ação ocorrerá no horário das 8h às 12h.

Uma equipe de técnicas da SecMulher-PE estará no local, onde vão distribuir material educativo e também orientar e prestar esclarecimentos à população sobre a rede estadual de atendimento às mulheres em situação de violência, estimulando a denúncia dos casos de agressão contra as mulheres. A SecMulher/Pe inclusive dispõe deste serviço através do teleatendimento  0800.281.8187.

Com isso, o governo do estado quer incentivar a melhoria da qualidade de vida da população e reduzir a violência através da oferta de serviços das secretarias que participam do evento. 

SecMulher-PE discute transformação do Poder na América Latina


A Secretária da Mulher de Pernambuco, Cristina Buarque, foi a principal comentarista dos estudos apresentados pelas representantes do Brasil e do Equador, ontem (13/02), durante o primeiro dia de realização do Seminário Internacional “Participação Política das Mulheres e Transformação do Poder”, em  Medellin, na Colômbia. Cerca de 250 mulheres da América Latina participam do evento, que é resultado do Convênio “Formação e Empoderamento de Mulheres Populares e Diversas para Construção de Novas Cidadanias na Colômbia, Peru, Equador e Brasil. 


A investigação desenvolvida no Brasil, especificamente, na Zona da Mata Sul e no Sertão do Pajéu, em Pernambuco; e no Estado de Alagoas, foi apresentada pelas organizações que a coordenaram: Centro das Mulheres do Cabo (CMC), Casa da Mulher do Nordeste (CMN) e Movimento da Mulher Trabalhadora Rural do Nordeste (MMTR-NE). O Programa Chapéu de Palha Mulher apareceu na pesquisa como um dos fatores que contribuiu para que as mulheres pernambucanas adquirissem mais conhecimento sobre seus direitos e, consequentemente, tivessem mais consciência sobre a importância de sua participação política para transformação do poder. 
Em seus comentários, a Secretária Cristina Buarque ressaltou, entre outros aspectos, que a estratégia de formação de grupos tem quebrado o isolamento das mulheres, fortalecendo-as para a conquista de direitos e de políticas públicas específicas, reparadoras das desigualdades de gênero. 
A gestora chamou a atenção para o fato de que os avanços vividos pelas mulheres, ainda não são suficientes para a transformação do poder. Outro ponto abordado pela gestora foi  referente à necessidade de se criar normativas para a distribuição de recursos entre União, estados e municípios, garantindo à execução sistemática de políticas públicas para promoção da igualdade de gênero no Brasil. “Sem recursos, não temos como avançar no atendimento das necessidades básicas das mulheres e, portanto, não podemos falar em erradicação das subordinações e opressões a elas impostas pelo patriarcado”, destacou a secretária. 
Hoje (14/02), último dia do evento, que também conta com a participação da Diretora Geral de Enfrentamento da Violência de Gênero da SecMulher-PE, Fábia Lopes, serão apresentadas as experiências do Equador e da Colômbia. A coordenação do seminário é da Intermón Oxfam – organização da cooperação internacional., que atua  em mais de 100 países na busca de soluções para problemas sociais, especialmente, para as iniquidades que acometem mulheres do mundo inteiro. O financiamento é da Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (AECID).  

Dançando pelo fim da violência


8 de março: período para renovar a luta contra a violência feminina
"Uma em cada três mulheres do planeta será espancada ou estuprada no decorrer da vida." Essa é a afirmação que inspirou o nome do evento global "Um bilhão que se ergue" (One billion rising), que acontece em São Paulo e no Recife no próximo dia 16. "Um bilhão de mulheres violadas é uma atrocidade. Um bilhão de mulheres dançando é uma revolução", diz no Facebook a chamada do evento, que acontece em diversas capitais do planeta.
A ideia é reunir mulheres e homens para dançar, numa coreografia coletiva, pelo fim da violência contra mulheres e meninas. "One billion rising" (YouTube) congrega cerca de 5.000 organizações, ONGs e universidades em todo o mundo. O movimento tem sua origem na peça "Monólogos da Vagina", escrita pela dramaturga e ativista Eve Ensler com base em entrevistas sobre a sexualidade feminina e o estigma social em torno do estupro e do abuso.

A peça fez sucesso em diversos países - no Brasil, teve direção de Miguel Falabella e ficou em cartaz por mais de uma década. Ao final de cada apresentação, Ensler encontrava mais mulheres que queriam compartilhar suas histórias de sobrevivência, transformando o espetáculo em mais do que uma manifestaçãoartística sobre a violência feminina. Em 14 de fevereiro - o Valentine's Day, dia dos namorados norte-americano - de 1998, Eve e um grupo de mulheres de Nova York criaram o V-Day, para demandar o fim da violência contra mulheres. Nascia aí a ideia do "One billion rising".

No Brasil: Quatro entre cada dez mulheres brasileiras já foram vítimas de violência doméstica, revelam os números do Anuário das Mulheres Brasileiras 2011, divulgado pela Secretaria de Políticas para as Mulheres e pelo Dieese. Entre 1998 e 2008, cerca de 42 mil mulheres foram assassinadas - dez a cada dia -, 40% delas dentro de casa, conforme dados de outro estudo, o Mapa da Violência 2011, realizado pelo Instituto Sangari a partir de informações do DATASUS/Ministério da Saúde.

Movimentos de mulheres vinham denunciando essa situação desde os anos 1970, e deram os primeiros passos na formação de coletivos de apoio às vítima da violência. Foram criadas as primeiras Delegacias da Mulher. Mas foi só a partir dos anos 2000 que a questão ganhou a esfera nacional, com a criação, em 2003, da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM).

Um marco no enfrentamento da violência de gênero no Brasil foi a lei 11.340, de agosto de 2006 - conhecida como Lei Maria da Penha, em homenagem a Maria da Penha Fernandes, que foi atingida por um tiro do marido enquanto dormia, ficou paraplégica e sofreu tortura, mas veio a público e conseguiu levar seu caso a cortes internacionais.
Desde a sua criação pela SPM, em 2005, até março de 2012, a Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180, com funcionamento 24 horas, inclusive fins de semana e feriados - realizou 2.527.493 atendimentos. De 2006 a março de 2012 foram registrados 603.906 relatos de violência, assim tipificados segundo a Lei Maria da Penha: física 182.857 (30%, vai de lesão corporal leve ao assassinato), psicológica 76.620 (12,8%), moral 32.168 (5,4%), sexual 5.899 (1%) e patrimonial 4.920 (0,8%).

A violência parte frequentemente do marido ou companheiro. No mesmo período, das 131.047 informações sobre o tempo de convivência entre vítima e agressor, o relacionamento era de dez anos ou mais em quase 40% dos casos; e entre cinco e dez anos em cerca de 20%. A frequência das agressões foi registrada em 228.180 atendimentos, sendo diária em aproximadamente 60% e semanal em cerca de 20%. Foram presenciadas por filhos e filhas em mais de 65% dos casos; em quase 20%, eles foram agredidos junto com as mães.

Manifestação: A manifestação acontece em São Paulo das 14 às 18 horas do sábado, 16 de fevereiro, no vão do MASP (Museu de Arte de São Paulo). As danças e coreografias serão ensaiadas a partir das 12 horas, pelos participantes concentrados no museu. No Recife, a dança-protesto ocorrerá na Praça do Marco Zero, às 19 horas.

Na página do Facebook Um bilhão que se ergue em SP encontram-se os vídeos da coreografia em SP e da coreografia original. No site oficial da campanha podem ser assistidos videos da autora Eve Ensler e da atriz e militante Jane Fonda dizendo porque se levantaram contra a violência. Aqui, o ator e diretor Robert Redford dá seu depoimento sobre o tema.

Suzana Lourenço, 
 pós-graduanda em Integração da Améria Latina pela USP. Estuda temas relacionados a política ambiental e participação da sociedade civil em processos decisórios. 
Fonte: Le Monde Diplomatique Brasil, Biblioteca Diplo

11 de fevereiro de 2014

SPM Nacional recebe, até 10/3, propostas de projetos para enfrentamento à violência contra as mulheres


edital SPM Nacional
Seleção visa investir em serviços especializados, em ações educativas e preventivas e na produção de estudos e formação de pessoas - Foto: Divulgação
Órgãos públicos e instituições privadas sem fins lucrativos podem participar de seleção que visa investir em serviços especializados, em ações educativas e preventivas e na produção de estudos e formação de pessoas

Com estes três eixos, o edital nº 01/2014 da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR) segue aberto no período de 27 de janeiro a 10 de março. Poderão ser inscritas propostas da administração pública federal, estadual, municipal e do Distrito Federal, direta ou indireta, e instituições privadas sem fins lucrativos.
Os proponentes deverão ter cadastro no Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse – SICONV. O objetivo é selecionar propostas que auxiliem o desempenho da missão da SPM, tendo como referências o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres (PNPM 2013-2015), a Política Nacional e o Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. Terão prioridade na seleção propostas que tenham relação direta com as metas estabelecidas no PNPM 2013-2015 e no PPA 2012-2015. Os proponentes que apresentaram propostas pelo edital de chamada pública nº 03/2013 da SPM e as tiveram aprovadas, mas não conveniadas, deverão inserir novamente os projetos no SICONV para nova análise. Sobre ampliação e fortalecimento de serviços especializados, será dada prioridade para a construção de centros especializados, aluguel de casa-abrigo e manutenção de unidades móveis para atendimento de mulheres em situação de violência no campo e na floresta. Os convênios serão celebrados de acordo com a disponibilidade orçamentária e financeira anual da SPM, com vigência de 12 e 24 meses.  

Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres – SPM
Presidência da República – PR

RS - Sancionada lei que prevê uso de tornozeleiras em agressores de mulheres

Sancionada lei que prevê uso de tornozeleiras em agressores de mulheres no RS

sanção  da lei tornozeleiras
Governador Tarso Genro sanciona projeto de Lei nº 368/2013 - Foto: Caroline Bicocchi/Palácio Piratini
O governador Tarso Genro sancionou, na tarde desta quinta-feira (23), a lei que prevê o uso de tornozeleiras eletrônicas em homens agressores de mulheres no Rio Grande do Sul. A meta do projeto é qualificar as Patrulhas Maria da Penha, criadas para conter os índices de violência doméstica. A cerimônia ocorreu no Palácio Piratini.

"A sanção desta lei simboliza um conjunto de medidas adotadas pelo Governo de forma eficiente, democrática e de defesa integral dos direitos das mulheres" afirmou Tarso. Cada vez que o homem se aproximar a menos de cinco quilômetros da mulher, um sinal de alerta vai ser emitido para a Patrulha Maria da Penha.

O uso vai ser obrigatório, esclareceu o secretário de Segurança Pública, Airton Michels, sempre por determinação judicial, na medida em que o homem for identificado como agressor. "Queremos o cuidado máximo com essas mortes anunciadas, como é o caso dos femicídios, onde sabemos quem é o autor, o homem. A medida é eficaz", completou.

Com o sistema grudado ao corpo e com um dispositivo que deve ficar com a mulher - que apesar de não ser uma tornozeleira, vai contar com um sistema de monitoramento à distância - os agentes de segurança vão conseguir monitorar a aproximação e intervir a tempo de evitar o fato.

A Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) garante já ter à disposição um lote de pelo menos 50 tornozeleiras prontas para o uso. Elas foram disponibilizadas pela empresa fornecedora, e não terão custo para o Estado. Para serem usadas, dependem apenas da justiça.

A secretária de Políticas para Mulheres, Ariane Leitão, afirmou que o índice de violência contra as mulheres no país é inaceitável. "No RS trabalhamos para garantir a segurança e o empoderamento das mulheres. É mais uma ferramenta protetiva, que veio para somar com as ações da Rede Lilás. São medidas que têm produzido resultados altamente positivos."

Texto: Anamaria Bessil
Foto: Caroline Bicocchi/Palácio Piratini 

6 de fevereiro de 2014

Projeto proíbe pagamento de fiança na delegacia em casos de violência doméstica

Vocês Concordam ?

Fonte - Site da Câmara de Deputados

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 6008/13, elaborado pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Violência Contra a Mulher no Brasil, que estabelece apenas o juiz poderá decidir sobre o pagamento de fiança para o crime de violência doméstica e familiar contra a mulher. O magistrado terá 48 horas para decidir sobre o pedido.
A proposta altera o Código de Processo Penal (Decreto-lei 3.686/41) e a Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06) para retirar essa prerrogativa da autoridade policial.

No entendimento da CPI, a Justiça tem tolerado a liberdade imediata dos agressores na própria delegacia, fato que tem causado a continuidade da violência e até assassinatos de mulheres após o pagamento de fiança atribuída pela polícia.
O texto autoriza também o juiz a determinar a prisão preventiva do agressor mesmo que não tenham sido adotadas ainda medidas protetivas de urgência. As medidas protetivas foram criadas pela Lei Maria da Penha para afastar o agressor da família. Elas incluem, por exemplo, restrição de visitas aos filhos do casal e até proibição de fazer contato com a vítima.
O texto da CPMI estabelece ainda que o juiz poderá, após a definição da sentença condenatória, manter ou conceder medida preventiva de urgência, cuja duração não pode superar o dobro da pena máxima usada para o crime.
A CPMI da Violência Contra a Mulher finalizou os trabalhos em julho, após 18 meses de debates em todo o País. O relatório final traz 73 recomendações ao Executivo e ao sistema de justiça para solucionar os atuais obstáculos para o efetivo cumprimento da Lei Maria da Penha.
Tramitação
O projeto está pronto para votação no Plenário da Câmara.

Íntegra da proposta:

Da Redação – RL
Colaboração – Caroline Pompeu

2 de fevereiro de 2014

ALAGOAS - Governo inicia dia 14 campanha de combate à violência contra mulher

Unidades móveis percorrerão o interior do Estado para orientar as mulheres sobre como agir em caso de violência
Governo inicia dia 14 campanha de combate à violência contra mulher
Unidade móvel da Secretaria da Mulher orientará sobre atenção à mulher vítima da violência
Marcos Jorge
A Secretaria de Estado da Mulher, Cidadania e dos Direitos Humanos, por meio da Superintendência de Promoção dos Direitos e de Políticas para a Mulher, inicia no dia 14 de fevereiro uma campanha itinerante de combate à violência contra a mulher. A ação será realizada com o auxílio de duas unidades móveis que vão percorrer o interior do Estado para orientar as mulheres sobre como agir em caso de violência.
De acordo com a secretária da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos, Katia Born, na primeira etapa, serão visitados os seguintes municípios: Maceió, Arapiraca, São Miguel dos Campos, Rio Largo, Atalaia e Delmiro Gouveia. As unidades móveis são equipadas com uma copa, banheiro e duas salas onde equipes de advogados, psicólogos e assistentes sociais prestarão atendimento às mulheres vítimas de violência.
“Os municípios estão querendo que a gente realize estes mutirões de forma conjunta. Hoje já são 22 coordenações de mulheres. E nós vamos começar por esses municípios junto com o Comitê de Enfrentamento à Violência contra a Mulher. Será feita uma campanha maciça da Lei Maria da Penha, mostrando às delegacias de que forma podem atender uma mulher vítima de violência a fim de que essa mulher se sinta protegida”, assinala Katia Born.
Segundo a secretária, o trabalho contará com reforço de cinco secretarias de Estado. A ação deve contar ainda com o apoio da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura do Estado de Alagoas (Fetag), já que vai atender mulheres da zona rural do Estado.
Segundo dados da Secretaria, mais de seis mil denúncias de mulheres vítimas de violência doméstica foram registradas no ano passado em todo o Estado, com 133 mortes. Só na 2ª Delegacia da Mulher que atender a parte alta de Maceió cerca de 20 ocorrências são registras todos os dias.
 

30 de janeiro de 2014

Congresso cria Comissão Permanente de Combate à Violência contra a Mulher

(Agência Câmara – 29/01/2014)

O presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros, promulgou no último dia 16 de janeiro a Resolução 1/14, que altera o Regimento Comum para criar a Comissão Permanente Mista de Combate à Violência contra a Mulher.
A comissão foi solicitada pelos parlamentares da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Violência Contra a Mulher, que encerraram seus trabalhos em 2013 com a apresentação de 13 projetos de lei, 1 projeto de resolução e mais de 70 recomendações a diferentes órgãos.
De acordo com a resolução, será competência da nova comissão:
·       diagnosticar as lacunas existentes nas ações e serviços da Seguridade Social e na prestação de segurança pública e jurídica às mulheres vítimas de violência;
·         apresentar propostas para consolidar a Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres;
·         realizar audiências públicas;
·         solicitar depoimento de autoridades públicas e cidadãos; e
·         promover intercâmbio internacional para o aperfeiçoamento Legislativo.
A comissão funcionará até 2026 e será composta de 37 titulares, sendo 27 deputados federais e 10 senadores, com mandatos de dois anos.
Da Redação – RCA - Com informações da Bancada Feminina

24 de janeiro de 2014

Campanha do Basta de Violência contra a Mulher no Centro de Artesanato de PE vai até domingo.

Vai até o próximo domingo (26),  a exposição do banner e a panfletagem da Campanha Basta de Violência contra as Mulheres no Centro de Artesanato de Pernambuco, no bairro do Recife. Vale a pena conferir !



JUSTIÇA PARA AS MULHERES AGORA E SEMPRE


Não esqueçam : Logo mais às 14h30 horas, na rua Dom Manoel Pereira, 170, em santo amaro, lançamento do Mutirão Arquivo Zero na 2º Vara de Violência Doméstica e Familiar



Notinha divulgada na Coluna de Ana Claudia Thorpe :





Mais um ponto para a atuação dinâmica da Secretária Estadual da Mulher, Cristina Buarque (na foto ladeada pela juíza da mulher Marylúsia Feitosa e a colunista Ana Claudia Thorpe) que iniciou um evento no Cecon, falando dos avanços de medidas de proteção a mulher e de pontos essenciais a serem investidos que são eles: punição, proteção, prevenção e educação. A Secretária trouxe alguns números super atualizados: Doze mulheres são assassinadas por dia no país e no estado de Pernambuco a média é de 20 homicídios de mulheres/mês. A cobertura do evento, com as principais cenas, foi feita pela equipe do Programa Revista DeAaZ, exibido diariamente na TV NOVA NE, CANAL 22 e 21 Digital.