11 de março de 2015

Ministras prestigiam mutirão da Justiça e criação de varas especializadas e


Em dois dias, foram realizadas 300 audiências e quatro juris. Até o final da semana, a expectativa do Judiciário é que 2.000 atos sejam praticados. Esse é o resultado eperado pelo mutirão do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). que integra as ações da Semana Nacional de Justiça pela Paz,realizado agora em março, para reforças as atividades em comemoração ao Dia Internacional da Mulher no estado. O evento contou com a presença das ministras Carmem Lúcia (Supremo Tribunal Federal - STF) e Eleonora Menicucci (Secretária de Políticas para Mulheres da Presidência da República) que desembarcaram no Recife, nesta terça-feira (10/)3) para visitar a Vara de Violência Doméstica  itinerante e a delegacia móvel instaladas no estacionamento da Casa da Cultura de Jaboatão, na Praça Nossa Senhora do Rosário, nº 670, no Centro. Uma equipe da SecMulher-PE participou da ação, orientando  às vítimas e divulgando a rede de proteção do Estado. 


Em seguida as ministras seguiram para a solenidade de criação das varas de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, aonde o Governador Paulo Câmara,assinou as Leis para funcionamento das Varas em Caruaru e Petrolina, a partir dos próximos meses.A secretária da Mulher de Pernambuco, Silvia Cordeiro, acompanhou as ministras durante os dois eventos.


 O governador  frisou que “Pernambuco está lutando pela redução as desigualdades e pelo fortalecimento das políticas sociais”, e autorizou a secretária Silvia Cordeiro a articular a instalação da Casa da Mulher Brasileira em Pernambuco,com o governo federal

Eleonora Menicucci destacou a sanção da lei que tipifica o Feminicídio como crime hediondo. “O Brasil é o 16% país no mundo a tipificar o feminicídio. Nenhum dos Poderes vai conseguir enfrentar a chaga da violência sozinho. É preciso a parceria, a solidariedade republicana pela vida da mulher”, afirmou.


“Queremos que aquele que agride saiba que está cometendo um ilícito e aquela que é agredida saiba que tem direitos. Queremos uma sociedade em que homens e mulheres sejam felizes, onde haja paz” defendeu Carmem Lúcia.

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